"Trata-se de uma democracia madura, com uma
economia diversificada e uma população jovem e adaptável, fazendo a festa com
cada vez mais empregos estáveis e melhores salários";
"O
Brasil é também uma potência em ascensão nos setores de alimentos e indústria,
um futuro grande exportador de petróleo e o quarto mercado do mundo de ações e
derivativos.";
“... estradas e infra-estrutura dilapidadas,
motoristas 'barbeiros', crimes violentos e a aceitação de que a corrupção é
algo normal”.
É assim que o Financial Times, jornal que não tem como comentaristas econômicos a Miriam Leitão, o Sardemberg e tampouco o Bosco Fonseca, o nosso querido “Arroz”, se refere ao Brasil e como o governo e o setor privado vem conseguindo se desvencilhar da crise.
A pergunta de sempre: Qual o momento certo para investir? Para quem dirige empresas bem administradas o momento sempre foi e será aquele em que os preços ficam baixos. Ou seja, na crise é que se cresce. Portanto a hora de investir, para Stephen Kanitz, por exemplo, é agora, pois caso contrário, não crescerá no ano que vem.
Falar que tudo está as mil maravilhas seria
mentiroso, mas para quem acreditou que o fim do mundo estava próximo com a
chegada da “maior crise econômica desde
E os bancos? O setor que mais foi afetado pelo tremor da economia mundial começa a mostrar que a coisa não foi tão feia assim. Dos quatro maiores bancos americanos, três já divulgaram os resultados do segundo trimestre deste ano. E não é que conseguiram resultados melhores do que há um ano. O outro detalhe é que todos lucraram.
Desce mais uma. Não, não é o
Fluminense rumo a segundona. Dados divulgados pela consultoria Nielsen mostram um
crescimento de 4% no consumo de cerveja no mês de maio. O faturamento aumentou
mais ainda com cerca de 9,1% chegando a 5 bilhões de reais. A Ambev
está na frente com 68,9% de participação no mercado, seguida pela Schincariol
com 12,5%
e pela Cervejaria Petrópolis (Itaipava) 9,4%.
O setor financeiro lidera o
ranking de autuações aplicadas às empresas paulistas pela Receita Federal. No
primeiro semestre deste ano, essas instituições foram autuadas em R$ 4,319
bilhões. Estas autuações resultam de mudanças contábeis para redução do lucro
tributável. A Receita discordou das mudanças e aplicou as autuações.
Esse crescimento das
autuações é resultado de mudanças nas regras de fiscalização conduzidas pela
ex-secretária Lina Maria Vieira para intensificar o combate à sonegação de
tributos federais, como o IR (Imposto de Renda), o IPI (Imposto
sobre Produtos Industrializados), o PIS (Programa de Integração Social)
e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). E
ainda tem gente dizendo que o problema foi a multa aplicada à Petrobras.
Para finalizar com
chave de ouro: 209,576 bilhões de dólares pelo
conceito de liquidez. Este é o valor das reservas internacionais do Banco Central
brasileiro. E de pensar que antes, qualquer passo em falso, recorríamos ao FMI.